Colômbia arranca bem; Uruguai fica na berlinda

0
319

Qual o real tamanho do futebol sul-americano? Qual o seu peso na geografia da bola? Sim, tais indagações surgiram em minha mente após assistir nesta tarde a vitória colombiana por 3 a 0 sobre a Grécia, em Belo Horizonte e a derrota do Uruguai para a Costa Rica por 3 a 1 , a principal zebra da Copa do Mundo. Nesta análise não levo em consideração Brasil e Argentina. São potências, candidatos naturais em qualquer Copa do Mundo. Quero falar dos  emergentes.

Antes da lesão do atacante Falcão Garcia, o time colombiano despontava como candidato a surpresa. José Pekerman não reclamou ou destruiu a auto estima dos seus atletas. Montou o time com o que tinha em mãos.

Lógico, o time grego não pode ser parâmetro, mas o futebol alegre, ofensivo, destemido e imaginativo comandado Rodriguez faz com que a perspectiva seja de vitória contra Japão e Costa do Marfim seja palpável.

E o Uruguai? Resumo tudo em uma frase: parou no tempo. No passado, era plena aceitável você apostar em uma equipe por duas copas seguidas. A preparação física não tinha peso relevante e a intensidade não era a que vivemos hoje.

A verdade é que ao apostar em jogadores veteranos como Lugano, 33 anos,  e Diego Forlan, 35 anos, a “Celeste Olímpica” corria o risco do oxigênio acabar na segunda etapa. Não deu outra. Claro, não posso ignorar a qualidade do atacante costa riquinho Campbell, mas também é verdade que a força física e a resistência do adversários foram preponderantes para a derrota histórica. Ainda temos dois jogos. Veremos se a Colômbia confirmará sua ascensão e se o Uruguai ultrapassar o tempo como oponente.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here