Chile 3 x 1 Austrália. Placar folgado. E enganoso!

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Algumas vitórias devem ser celebradas. Outras deixam uma ponta de preocupação. Essa é a mensagem que deve ser absorvida após o Chile bater a Austrália por 3 a 1, na sexta-feira, na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Primeiro, o lado positivo. O trio ofensivo formado por Valdivia, Vargas e Sanchez funcionou bem enquanto teve pernas. As inversões de jogo pegavam desprevenidas a a defesa australiana, dotada de força física e uma cintura para lá de dura.

Nem tudo são flores. Melhor preparado fisicamente e abusando de um estilo mecânico, mesmo com gritantes limitações técnicas, a Austrália engrossou o jogo a partir do gol feito por Cahill.

Por que? A resposta curta e direta: falta de obediência tática. No segundo tempo, os atacantes não faziam a recomposição defensiva de modo correto e na parte final do jogo, os australianos ganharam as  divididas e só não empataram o jogo em virtude de erros de finalização e do aparecimento do goleiro Claudio Bravo. O gol no final feito por Beasejour transmite a falsa impressão de que não ocorreram sustos.

A pergunta é: dá para engrossar o jogo com a Espanha? Dá. Desde que o meio-campo seja reforçado na marcação, o time fique compacto na perda da posse de bola e principalmente aconteça um bom rendimento no preparo físico. Sem tais ajustes, a vitória na rodada inicial não vai passar de miragem.

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